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Segurança

Número de armas e munições apreendidas em Santa Catarina aumenta

Número de armas e munições apreendidas em Santa Catarina aumenta

O trabalho das polícias Militar e Civil para garantir a segurança em Santa Catarina vem trazendo resultados expressivos no combate à criminalidade. Entre os dias 1º de janeiro e 29 de agosto deste ano, a Polícia Militar apreendeu mais de 1,8 mil armas, um aumento de 13% em relação ao mesmo período do último ano. E apreendeu 20.253 unidades de munições. No mesmo período de 2017 foram apreendidas 14.225 unidades pela PM. Já a Polícia Civil apreendeu, até julho de 2018, entre armas e munições, 31.643 artefatos. Em 2017, foram 27.907, no mesmo período.

O Governo de Santa Catarina vem investindo em equipamentos para a Segurança Pública, para garantir cada vez mais agilidade ao trabalho das polícias. “Esses números são muito importantes, resultado de ações que estão nas ruas, para garantir a segurança da população catarinense”, disse o governador Eduardo Pinho Moreira.

Para o comandante-geral da Polícia Militar, Coronel PM Carlos Alberto de Araújo Gomes, diversos fatores contribuíram para uma redução sensível dos indicadores de criminalidade e violência, como o número de homicídios, mortes e roubos.

“Tivemos as operações choque de ordem saturando as áreas de criminalidade, onde a violência era mais frequente e mais grave; também as operações de inteligência integradas com outras forças policiais, prendendo lideranças, capturando grandes arsenais e depósitos de drogas. A principal é a apreensão de armas, que tem um dos impactos mais significativos na redução da violência”, destacou o comandante. Ele acrescentou ainda que no mesmo período a redução das mortes violentas já está se aproximando de 17%, ou seja, já são cem mortes a menos do que no ano passado.

“Nós sempre trabalhamos para nos antecipar na apreensão de armas e munições. Essas armas são ilegais e acabam sendo utilizadas única e exclusivamente para cometer crimes, sejam eles contra o patrimônio, contra a vida, entre diversos outros”, disse delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Ghizoni.

O delegado relatou que na maioria dos casos as armas são importadas, ou seja, oriundas de tráfico internacional, por isso as forças de segurança buscam reforçar os trabalhos de fiscalização nas entradas de Santa Catarina. “Além disso, nós aumentamos ainda as prisões, principalmente trabalhando no combate às facções criminosas, que utilizam armas de calibres mais fortes, refletindo, assim, na diminuição da criminalidade no Estado”, declarou.